domingo, dezembro 28, 2008

Momento Amauri Junior

Pois que eu cheguei no Mount e já logo me enfiei em eventos e mais eventos. Rá! Era toda a alegria de rever os culega, a praia e o calor. Gostei tanto que to voltando de vez. Chega de neve e montanha, pelamordedeus, very enough. Bom, semana passada rolou isso aqui: o lançamento da Bossa Nova, nova marca de sandálias bem brasileira que chegou aqui na dona Zelândia. Só gente garbosa na festa, mas que no final já tava descabelada com as marchinas de carnaval e frevo. Laaaaaaaasca! Foi um desfile de sandálias, mas eu, como dona do nome que minha mãe me deu, não fotografei nenhuma sandália. (desconto devido às caipirinhas que o cão botô pra eu bebê). É a catiguria do colunismo social fazendo a sua alegria diretamente do Mount Maunganui!
ó! orguio da família!

sábado, dezembro 20, 2008

Ridiculo

É aquela coisa. Você espera a grande noite pra sair. Daí reune todas as melhores amigas de quem morre de saudades e faz 15 mil brindes com 15 mil copos de cerveja, tequila, gasolina, etanol, o que tiver. Dai que o objetivo é encontrar o bofe casulamente na noite. Eu disse casualmente naqueles casos em que tudo acontece naturalmente, tão natural como Tang de framboesa.
E foi isso. Eu o vi, ele me viu e eu virei de costa. Ele me cutucou, me abraçou, beijo na bochecha, disse "que saudade!". Depois da minha cara de surpresa do ano, o que ele ganha em troca?
- Oi!!! Nossa, cara, preciso ir no banheiro! Pééééé! Resposta errada, mano. E_R_R_A_D_A.
E derrubo toda a cerveja no pé dele.
Me senti um Homer vestido de teletubbie dançando can-can na chuva. Ao som de Rod Stewart.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Picando a mula

Tá!
To voltando!!!
Põe o peru pra assar que o frango tá chegando!
Feliz Natal, a propósito.

sábado, dezembro 13, 2008

Pá cumê.

Como estamos em pleno verão e com a temperatura bem gostosa pra não sair debaixo do edredon, eu e a Dani resolvemos fazer um rango gostosinho, saboroso, desse jeito tão gostoso... na divisão justa das tarefas: ela cozinha e eu tiro as fotos.
e eu compartilho a receita desse exemplar típico da culinária kiwi: Pumpkin Soup, brasileiramente chamada de Sopa de Bóbra. Moleza. Arruma um tempo e faça na sua casa, é bão.
Sopa de bóbra (ilustrada para melhor compreensão)
1 kg de bróbora 100 g de bacon
1 cebola picadinha beeeeeeeeem pequenininha
2 dentes de alhos
2 colheres sopa de manteiga
parmesão ralado
sal e pimenta a gosto
água
Primeiro, é bom descascar a bóbra. Depois cortar em pedaços pequenos.
Bote a bóbra pra ferver. É importante você deixar ela no fogo por bastante tempo, até ela ficar quase desmanchando. Pode ir tomar um banho, ou acabar de ver a cobertura completa da morte do ex da Suzana Vieira na Rede TV.
Depois que você lembrou que a bóbra tava no fogo, arranje uma táuba pra picar o alho, a cebola e o bacon. Eu não gosto de alho. E ah, tome muito cuidado com o sal. O bacon já é salgado pá porra.
Daí, em outra panela, você vai refogar todas essas coisas na manteiga. Deixa o bacon ficar douradinho e a cebola transparente. Porque manteiga ao invés de óleo ou azeite? Porque era o que tinha aqui em casa. É a crise promovendo a inovação.
Quando a bóbra estiver bem molinha, você escorre ela e amassa com um garfo. Depois joga tudo na segunda panela nunto com as outras coisas. Você pode colocar um copo de água, se não gostar de sopa grossa. Como nós gostamos do grosso, não teve água. Deixa ferver por uns 10 minutos e voilà!
Tchã-nãn!!!!! Pronto! Arruma a mesa, bota um pãozinho no forno (aqui, um ciabatta com parmesão) e chama os culega. Fica mais dilíça se vc jogar um monte de parmesão por cima!

Trilha sonora: Mellon Collie and the Infinite Sadness - Smashing Pumpkins. Rá.

*Post dedicadíssimo ao Clayton do Eat'n'Tell, que pode fazer a receita e me contar o que achou.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Girl, you'll be...

Acordou decidida. Ia botar um fim nessa história e era hoje o dia. O sangue nos olhos e o estômago embrulhado eram sinais típicos de situacões como esta, sintomas de quem vai resolver tudo ali mesmo, haja o que houver, venha o que vier. Levantou da cama e dispensou qualquer coisa amiga das boas aparências, inclusive o pente. Percebeu que as meias estavam muito encardidas, mas já que era pra ser roots, que fosse aquele par de meias mesmo. Pegou a chave do carro, abriu a porta de casa e saiu. Hollywoodianamente, colocou os óculos em câmera lenta, enquanto o vento soprava o cabelo embaraçado para trás e os passos duros a aproximavam do seu destino. Podia ouvir claramente Neil Diamond sussurrando no seu ouvido: Girl, déin déin, déin déin, you'll be a woman... soon... - Very soon, bro, very soon - resmungou. Dirigiu sem ligar pro limite de velocidade e sem imaginar que poderia ganhar de presente de natal sua quinta multa por tal motivo. Estacionou o Mitsubishi 89 e saiu de dentro dele faiscante, de maneira a invejar Lara Croft, com toda a elegância de um gangster pronto para cobrar dívidas do passado. Entrou no escritório e perguntou pelo imbecil, que logo depois apareceu com um sorriso tão imbecil quanto a sua camisa azul bebê listrada de colarinho branco. - Vim aqui pra saber o que vai ser daqui pra frente. - Então, é que... - Estamos aí há duas semanas e até agora não sei se é oficial ou um free lance. Ele coçou a cabeça de maneira histérica e revelou aquela malandragem típica de donos de jornais ou revistas que nunca sabem o que se passa na redação mas são experts na contabilidade de seus anúncios. - Tive um problema com a nossa editora, que sofreu uma crise de estresse e está voltando amanhã de férias. - Tipo, é assim: ela não sabe que as fotos das últimas duas edições são minhas? - Ela está de licensa há 5 meses. - Porque estava estressada você a mandou passar umas férias de 5 meses? - Exato. Mas amanhã ela está de volta e teremos uma reunião para decidir exatamente o que vamos fazer e resolver suas horas e tudo mais. - Sim, porque não sei o que pensar sobre isso. (bem lá no fundo ressoava a pergunta 'e quando você vai me pagar-ar-ar-ar?', mas como sempre, o rabo no meio das pernas e o ódio ancestral de falar sobre dinheiro abafou o caso) - Posso te ligar amanhã para marcar uma reunião? - Pode, mas se isso não se resolver logo, estou indo embora da cidade. - Amanhã às 10 estou te ligando. - Ok. Até. Pensou que havia, de fato, vindo ao mundo para ser enrolada, viver de rasteira e ser a piada de certos homens, que poderiam ser divididos em duas categorias: os que a comiam e os que gostavam do seu currículo profissional. Era essa a vida real e de justiça, ali, não havia nada. Foi pra casa. E viu que as meias estavam realmente muito encardidas. Aproveitou o dia pra deixa-las de molho na água com sabão, enquanto tentava esquecer sua fraqueza, Neil Diamond e suas canções ridículas.

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Eu confesso.

Graças a Ana eu venho aqui reportar meus pedidos de perdão ao Marcelo Camelo e ao universo que nada tem a ver com o Little Joy. O projeto é do Amarante e eu confundi tudo. Falta de apuro, sua besta.
Foi mal.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Mas não é que deu?

Que venha o trabalho de madrugada, a inspiração da sem-graceza, vista cansada, a manicure semanal, o óculos de leitura, livros, dicionário e a caneca de café do lado do computador!
Que meu cérebro seja muito bem-vindo de volta!!!!!!!!!!!!!!!
E pra comemorar a alegria desses dias, um belo sorriso:
Agradeço ao Cumpadi Washington pela graça alcançada.